Sidney Fernandes
   
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Cerqueira César - Grupo Espírita Allan Kardec - Dia 28/5/11 - Sábado

"NASCER DE NOVO É PRECISO?"

Fui recebido por toda a diretoria. Vejam as fotos:

Carlos, Cacilda, Janir, Sidney, Teco, Elaine, Ana e Benedito

Público em Cerqueira César:45 pessoas

Público em Cerqueira César

Janir recebe livro de Sidney

Muitas dedicatórias.

Janir, Sidney e Elaine (Nany)

Ariane - tirou as fotos da palestra.

Sidney assina dedicatória em livro para Dona Ana

A pequena Olivia não poderia ficar sem a sua foto.



Escrito por Sidney Francez Fernandes às 22h38
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O PLANO B – 50º livro de Richard Simonetti – por  Wellington Balbo

...E dentre os diversos pensadores espíritas está o bauruense Richard Simonetti,  que neste mês de junho lança pela editora CEAC seu qüinquagésimo livro.

http://www.sidneyfrancez.com.br


 



Escrito por Antonio de Mello às 16h25
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COMO IDENTIFICAR OS ESPÍRITOS BONS E SÉRIOS DOS ESPÍRITOS MAUS - final - Revista Espírita, Segundo Volume, Ano 1859, Federação Espírita Brasileira, 3ª. Edição.

                    Principais caracteres que revelam a origem das comunicações espíritas.

 1.      Os Espíritos superiores, como já dissemos em várias ocasiões, têm uma linguagem sempre digna, nobre, elevada, sem qualquer mistura de trivialidade. Dizem tudo com simplicidade e modéstia, jamais se vangloriam e não fazem ostentação de seu saber nem de sua posição entre os demais. A dos Espíritos inferiores ou vulgares tem sempre algum reflexo das paixões humanas; toda expressão que denota baixeza, suficiência, arrogância, bazófia ou acrimônia é indicio característico de inferioridade e de embuste, caso o Espíritos se apresente com um nome respeitável e venerado.

 2.      Os bons Espíritos não dizem senão o que sabem; calam-se ou confessam a sua ignorância sobre aquilo que não sabem. Os maus falam de tudo com segurança, sem se incomodarem com a verdade. Toda heresia científica notória, todo princípio que choca a razão e o bom-senso denuncia fraude, desde que o Espírito se apresente como um ser esclarecido.

 3.      A linguagem dos Espíritos elevados é sempre idêntica, se não quanto à forma, pelo menos quanto ao fundo. Os pensamentos são os mesmos, quaisquer que sejam o tempo e o lugar. Podem ser mais ou menos desenvolvidos, conforme as circunstâncias, as necessidades e as facilidades de se comunicarem, mas não são contraditórios. Se duas comunicações que trazem a mesma assinatura, encontram-se em oposição, uma delas será evidentemente apócrifa, e a verdadeira será aquela onde nada desminta o caráter conhecido do personagem. Quando uma comunicação apresenta o caráter de sublimidade e de elevação, sem nenhum defeito, é porque emana de um Espírito superior, seja qual for o seu nome; se encerrar uma mistura de bom e de mau, procede de um Espírito vulgar, caso se apresente como é; será de um Espírito impostor se ele se ornar de um nome que não pode justificar.

 4.      Os bons Espíritos jamais dão ordens; não impõem: aconselham e, se não são ouvidos, retiram-se. Os maus são imperiosos: ordenam e querem ser obedecidos. Todo Espírito que impõe trai a sua origem.

 5.      Os bons Espíritos não adulam. Aprovam quando se faz o bem, mas sempre com reservas; os maus são pródigos em elogios exagerados, estimulam o orgulho e a vaidade, mesmo pregando a humildade, e procuram exaltar a importância pessoal daqueles a quem desejam apanhar.

 6.      Os Espíritos superiores estão acima das puerilidades formais em todas as coisas; para eles o pensamento é tudo, a forma nada vale. Somente os Espíritos vulgares podem ligar importância a certos detalhes incompatíveis com as idéias verdadeiramente elevadas. Toda prescrição meticulosa é sinal certo de inferioridade e de embuste da parte de um Espírito que toma um nome imponente.

 7.      É preciso desconfiar dos nomes estranhos e ridículos tomados por certos Espíritos que se querem impor à credulidade; seria supremo absurdo levar esses nomes a sério.

 8.      Deve-se igualmente desconfiar daqueles que muito facilmente se apresentam com nomes extremamente venerados, e não aceitar suas palavras senão com a maior reserva. É sobretudo nesses casos que se torna necessário um severo controle, porquanto muitas vezes é uma máscara que utilizam para nos fazer crer em supostas relações íntimas com os Espíritos de elevada hierarquia. Por esse meio lisonjeiam a vaidade, aproveitando frequentemente para induzir a atitudes lamentáveis ou ridículas.

 9.      Os Espíritos são muito escrupulosos sobre as providências que podem aconselhar, em todos os casos estas têm sempre um objetivo sério e eminentemente útil. Deve-se, pois, olhar como suspeitas todas as que não tiverem esse caráter, refletindo maduramente antes de adotá-las.

 10.  Os bons Espíritos só prescrevem o bem. Toda máxima, todo conselho que não estiverestritamente conforme a pura caridade evangélica  não pode ser obra de bons Espíritos, acontece o mesmo com toda insinuação malévola, tendente a excitar ou a alimentar sentimentos de ódio, de ciúme e de egoísmo.

 11.  Os bons Espíritos jamais aconselham coisas que não sejam perfeitamente racionais. Toda recomendação que se afaste da linha reta do bom-senso ou das leis imutáveis da Natureza denuncia um Espírito limitado e ainda sob a influência dos preconceitos terrestres; consequentemente, pouco digno de confiança.

 12.  Os Espíritos maus, ou simplesmente imperfeitos, ainda se traem por sinais materiais com os quais não nos poderíamos enganar. Sua ação sobre o médium por vezes é violenta, provocando na sua escrita movimentos bruscos e irregulares, uma agitação febril e convulsiva, que contrasta com a calma e a suavidade dos bons Espíritos.

 13.  Um outro sinal de sua presença é a obsessão. Os bons Espíritos jamais obsidiam. Os maus se impõem em todos os momentos, razão por que todo médium deve desconfiar da necessidade irresistível de escrever que dele se apodera nas ocasiões menos oportunas. Jamais se trata de um bom Espírito, e ele não deve jamais ceder.



Escrito por Antonio de Mello às 07h30
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COMO IDENTIFICAR OS ESPÍRITOS BONS E SÉRIOS DOS ESPÍRITOS MAUS - Revista Espírita, Segundo Volume, Ano 1859, Federação Espírita Brasileira, 3ª. Edição.

Por pouco tato, raciocínio ou hábito de observação que tenhamos, a linguagem dos Espíritos bons e sérios traz um selo que torna impossível nos enganarmos. Quanto aos maus espíritos, por mais que cubram as suas torpezas com o véu da hipocrisia, jamais poderão representar indefinidamente o seu papel; acabam deixando cair a máscara. De outro modo, se sua linguagem fosse impoluta, seriam bons Espíritos. A linguagem dos Espíritos é, pois, o verdadeiro critério pelo qual podemos julgá-los. Sendo a linguagem a expressão do pensamento, tem sempre um reflexo das boas ou más qualidades do individuo. Não é também pela linguagem que julgamos os homens que não conhecemos? Se recebermos vinte cartas de vinte pessoas que jamais vimos, não nos deixaremos impressionar de modo diverso pela sua leitura? Não será pelas qualidades do estilo, pela escolha das expressões, pela natureza dos pensamentos, e até por certos detalhes de forma, que reconheceremos, naquele que nos escreve, o homem rústico e o bem-educado, o sábio e o ignorante, o orgulhoso e o modesto? Dá-se absolutamente a mesma coisa com os Espíritos.

 

          Suponhamos que sejam homens que nos escrevem: devemos julgá-los da mesma maneira. Julguemo-los severamente, porquanto os bons Espíritos de modo algum se sentirão ofendidos com essa escrupulosa investigação, porque são eles próprios que no-la recomendam como meio de controle. Sabendo que podemos ser enganados, nosso primeiro sentimento deve ser o de desconfiança. Somente os maus Espíritos, que procuram nos induzir em erro, podem temer o exame, porque, longe de o provocar, querem ser acreditados sob palavra.

 

          Desse principio resulta muito naturalmente e com bastante lógica o meio mais eficaz de afastar os maus Espíritos e de nos premunirmos contra as suas falsidades. O homem que não é ouvido deixa de falar; aquele que vê os seus estratagemas constantemente descobertos vai causar aborrecimentos em outros lugares; o espertalhão, ciente de que nos mantemos em estado de alerta, não faz tentativas inúteis. Do mesmo modo, os Espíritos enganadores deixam a partida quando percebem que nada podem fazer, ou quando encontram pessoas vigilantes que desprezam tudo quanto lhes pareça suspeito.

 

          Para terminar, resta passar em revista os principais caracteres que revelam a origem das comunicações espíritas.

 <Continua amanhã>



Escrito por Antonio de Mello às 08h30
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Centro Espírita A Caminho da Luz Araraquara - 66 pessoas - intenso trabalho social - voluntários muito unidos no trabalho em favor do próximo. Palestra "Vida Além da Vida" no dia de ontem - 25/5/11 - quarta-feira. Aqui estão as fotos:

Sidney e os diretores do A Caminho da Luz - Araraquara:Alberto, Neusa, Sérgio, Silvia e Cidinha

João, Sidney e Neusa

Público Centro Espírita A Caminho da Luz Araraquara

Recepção com as atendentes Maria do Carmo e Carmem

Público e Sidney

Sidney falando no Centro Espírita A Caminho da Luz em Araraquara

Sidney falando em Araraquara

Falando em Araraquara em 25/5/11



Escrito por Sidney Francez Fernandes às 08h58
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Veja em ARTIGOS as matérias de nossos colaboradores.

http://www.sidneyfrancez.com.br

 

  



Escrito por Antonio de Mello às 10h52
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O ESPIRITISMO E A LEI DO TRABALHO – por Wellington Balbo

O trabalho é uma lei natural; instituído por Deus para que haja o crescimento e progresso da espécie humana é a melhor terapia contra males das mais diversas naturezas; males estes que afligem a alma e refletem-se no corpo causando variados dissabores. Muitas doenças infiltram-se em mentes ociosas, que por conseqüência borbulham idéias negativas, criando um clima psíquico que facilita a instalação de inúmeros males.

Ao ler este parágrafo muita gente poderá contestá-lo. Afinal, estão extenuados pelo acúmulo de atividades profissionais. Sonham com férias, o tão esperado momento de refazimento ao lado dos familiares. Como este articulista vem falar em mais trabalho se a ordem é descansar? A estes pedimos calma e indicamos a leitura da questão de nº 675 de O Livro dos Espíritos, onde os sábios do mundo invisível respondem a Allan Kardec que trabalho não se restringe apenas a atividade profissional que proporciona os dividendos no final do mês. Trabalho é toda ocupação útil. A leitura edificante, o auxílio ao enfermo, a visita ao amigo, a vinculação em serviços de filantropia... Trabalho é remexer o corpo, exercitar a mente.

A ciência comprova o que o Espiritismo afirmava há 150 anos: ocupações úteis são fundamentais à qualidade de vida. Há dois anos pesquisa da revista científica inglesa British Medical Journal informa: quem pára de trabalhar aos 55 anos tem risco 89% maior de morrer nos dez primeiros anos de aposentadoria do que quem se aposenta aos 65.

Prova de que trabalhar aumenta nosso tempo de vida no corpo físico!

O Espiritismo como ciência demonstra que mais do que não se aposentar, imperioso se exercitar, pensar, participar, atuar. Ocupando o tempo com coisas úteis não nos sobrará tempo para coisas inúteis, pensamentos desregrados e ações perturbadoras.

O mercado de trabalho também corrobora com este fato e na seleção de empregos as pessoas que estão engajadas  em atividades voluntárias têm preferência na contratação, pois estão em intensa e contínua movimentação, ocupando seu tempo com utilidade e inteligência. Voluntários tendem a ter melhor desempenho, mais criatividade e disposição. Natural, afinal estão com as engrenagens do corpo e mente azeitadas, sintonizados com a realidade de dinamismo do mundo contemporâneo.

Não raro quem pouco se movimenta caminha desanimado, apático. Normal que assim seja, porquanto estes remam contra a maré da natureza do ser humano, que pede constante movimentação. A sabedoria popular revela em seu verbo simples  magníficas verdades ao proclamar: “Mente vazia é oficina do diabo”. Sabemos que este diabo é uma figura mitológica a representar as facilidades com que o ser humano se enreda nas paixões inferiores que são a causa de todo sofrimento humano. E o trabalho, a ocupação útil no dizer dos Espíritos,  é o melhor remédio para impedir a construção mental negativa, fonte dos atos tresloucados praticados por quem se habitua a pouco ou nada fazer.

Em 1º de maio, dia do Trabalho, é importante refletirmos no significado dessa palavra pequena, porém de grande relevância para quem quer dar passos decisivos rumo ao destino glorioso reservado a nós por Deus. Evolução, só mesmo com trabalho, aliás, muito trabalho!

Wellington Balbo bacharel em Administração de Empresas. Escritor espírita, é autor dos livros "Lições da História Humana" e "Reflexões sobre o mu



Escrito por Antonio de Mello às 08h17
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Nesta manhã de domingo - 22/5/11 - proferi a palestra "O Melhor Caminho" no Portal da Luz de Araraquara. Ambiente familiar, fraterno, de elevação espiritual e de muito trabalho. As realizações e melhorias do Portal da Luz são visíveis. As promoções não param. Nem as atividades doutrinárias. Vejam abaixo algumas fotos desse maravilhoso momento. Quem vai ao Portal da Luz de Araraquara sai de lá feliz e iluminado.

Fachada do Portal da Luz

Diretores do Portal da Luz Anésio e Isaura ao lado de Sidney

Momento de entrega de livro ao sorteado Anésio

Alexandre, Robson, Sidney, Yuri, Isaura e Sandra

Dedicatória de livros aos sorteados da manhã no Portal da Luz

Sidney falando no Portal da Luz

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Público do Portal da Luz - Manhã de 22/5/11

 

Público do Portal da Luz - Manhã de 22/5/11

Sidney proferindo a palestra "O Melhor Caminho"

Sidney e Alan - Portal da Luz - Araraquara

Sorteio de livros - Portal da Luz

Entrega de Livros no Portal

Alan, Sidney, Isaura, Perla e Matheus

Sidney e Francisco

Anésio, Sidney e Francisco 



Escrito por Sidney Francez Fernandes às 19h36
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ATENÇÃO AO IDOSOda redação do Jornal Momento Espírita

 

Dona Marlene era uma senhora alegre, ativa, independente e muito lúcida. Aos oitenta anos, apresentava algumas limitações físicas compatíveis com a idade.

As dores articulares, provocadas pelo desgaste natural e consequente artrose, a incomodavam diariamente, mas nada que lhe diminuísse o entusiasmo.

Vibrava com cada conquista pessoal e profissional dos filhos e netos. Novos empreendimentos, cursos, especializações, casamentos, uma nova gravidez na família. Tudo era motivo para seus olhos brilharem de alegria.

Morava com uma das filhas e sua casa era muito bem cuidada. Sempre limpa, arrumada, arejada e repleta de porta-retratos, onde cada fotografia contava uma história.

Certo dia, durante uma caminhada de rotina, a senhora sofreu uma queda que resultou em uma fratura articular, necessitando ser submetida a cirurgia

Após a alta hospitalar, por recomendação médica, ela precisaria ficar um período em repouso, pois levaria algum tempo para voltar a caminhar com independência.

Os filhos acharam que a melhor solução seria encaminhá-la a uma Casa de Apoio para Idosos. A justificativa era de que ela necessitava de cuidados especiais, para os quais a família não estava devidamente preparada.

Já instalada na Casa de Apoio, dona Marlene recebeu a visita de uma jovem amiga, que a encontrou acamada, totalmente dependente.

Durante a conversa, ela dizia que sentia falta da sua casa, dos objetos pessoais, da presença da família, enfim, do seu alegre cantinho.

Com o tempo, ela voltou a caminhar. Aos poucos, apesar da fragilidade física, foi se tornando novamente independente. Uma das filhas a visitava semanalmente, mas não falava em levá-la de volta ao seu lar.

Nas visitas periódicas, a amiga foi percebendo que a senhora deixara de falar em voltar para casa. Percebeu também a tristeza que lhe ia na alma.

Tinha certeza que dona Marlene não falava no assunto porque no fundo se envergonhava da situação de abandono.

Nas poucas vezes em que se referia à amada família, justificava de várias formas a dificuldade que seria se ela voltasse para casa. Dizia que a família não poderia assisti-la, pois todos tinham seus compromissos pessoais.

Em verdade, seus lábios diziam palavras que seu coração não compreendia. No lugar daquele olhar alegre e doce, antes cheio de brilho, surgiu um olhar triste, sem vida, que refletia solidão e abandono.

Não era necessário ter muita sensibilidade para perceber que, por dentro, ela morria a cada dia. Que a esperança de voltar para o seio da família ia embora e junto ia também a vontade de viver.

Passado algum tempo, devido a uma determinada complicação de saúde, tornou a ser hospitalizada. Seu organismo cansado, enfraquecido pela dor maior da solidão, não resistiu. Ela havia desistido de viver.

* * *

Algumas famílias necessitam contar com o apoio das instituições especializadas para cuidar dos seus idosos.

É uma difícil decisão e se justifica, em muitos casos.

É compreensível então, contar com tal recurso, enquanto se necessita cumprir nossos deveres profissionais e familiares.

Essa atitude não significa abandoná-los.

O importante é se fazer presente, levando amor e carinho, pois nada justifica a desatenção e o desamparo.

Pensemos nisso.

Redação do Momento Espírita.



Escrito por Antonio de Mello às 09h43
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