Sidney Fernandes
   
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EDITORIAL DO JORNAL MOMENTO ESPÍRITA DE SETEMBRO DE 2013, DO CENTRO ESPÍRITA AMOR E CARIDADE DE BAURU (SP)
A visita do papa

Ainda ecoa na alma brasileira, como brisa suave, marcada pelo perfume do Evangelho, a passagem do Papa Francisco em nosso país, para participar da Jornada Mundial da Juventude.

Nos tempos atuais, ao serem eleitos para a função maior do catolicismo, os cardeais costumam escolher o nome de santos cuja personalidade guarda semelhança com suas intenções. Neste aspecto, nunca uma escolha foi tão adequada quanto à do arcebispo argentino Jorge Bergoglio, ao adotar o nome Francisco para seu ministério como sumo pontífice da Igreja Católica.

Em seus contatos com o povo e na simplicidade que marcaram seus

pronunciamentos, vê-se o espírito do povorello de Deus, o inesquecível Francisco de Assis, que, segundo nos informam mentores espirituais, foi a reencarnação de João Evangelista, o discípulo amado, que veio ao mundo, enviado por Jesus, com a

tarefa ingente de reconduzir o cristianismo às fontes originais de simplicidade e pureza.

Algumas observações do papa Francisco estão dentro desse espírito, como um sopro de renovação para a igrejacatólica:

—Precisamos aprender a abraçar quem passa necessidade, como São

Francisco. Como diz o ditado: sempre se pode colocar mais água no feijão.

—A verdadeira riqueza não está nas coisas, mas no coração.

—Tudo aquilo que se compartilha,se multiplica.

—Quero que os padres saiam. Que a Igreja saia às ruas. Não há esforço de pacificação duradouro numa sociedade que relega ao abandono parte de si mesma.

—Se uma pessoa é gay, busca Deus e tem boa vontade, quem sou eu para julgá-la?

—Não adianta nada sermos bispos, cardeais ou papa se não formos discípulos do Senhor.

Há dois aspectos marcantes no papa Francisco, que identificam o Espíritosuperior:

O bom humor.

Quando lhe perguntaram como lidar com a rivalidade entre argentinos e brasileiros, explicou:

—Não há problema. Deus é brasileiro, o papa pode ser argentino.

A humildade:

—Quero pedir um favor, com jeitinho: rezem por mim.

O papa merece todas as nossas orações, não para atender às suas

 

fraquezas, mas para sustentar sua fortaleza de ânimo, no ingente esforço de repetir a missão de Francisco de Assis.



Escrito por Antonio de Mello às 08h44
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O QUE FEZ O PASTOR JEREMIAS STEEPEK

O pastor Jeremias Steepek se disfarçou de mendigo e foi à igreja onde ia ser apresentado como pastor principal pela manhã. Circulou ao redor dela por um tempo, enquanto os fiéis chegavam para o culto. Somente 3 em cada 7 pessoas respondiam ao seu cumprimento. Alguém lhe deu moedas para comprar comida. Ninguém do templo lhe deu algo.

Entrou  sentou-se no banco da frente, mas os diáconos pediram que ele se levantasse e se digirisse à parte de trás da igreja. Cumprimentou pessoas que devolviam olhares tortos. Durante o culto, foi anunciado o novo pastor da congregação:

         —Gostaríamos de lhes apresentar Pastor Jeremias Steepek!

         As pessoas olhavam em derredor ao redor aplaudindo com alegria e ansiedade. Foi quando o homem sem lar, o mendigo que se sentava nos últimos bancos, caminhou pelo corredor.

         Os aplausos pararam. E todos se surpreenderam. Ele se aproximou do microfone. Conteve-se por um momento e falou:

         —Então o Rei dirá aos que estiverem à sua direita: "Venham, benditos de meu Pai! Recebam como herança o Reino que foi preparado para vocês desde a criação do mundo. Pois eu tive fome, e vocês me deram de comer; tive sede, e vocês me deram de beber; fui estrangeiro, e vocês me acolheram; necessitei de roupas, e vocês me vestiram; estive enfermo, e vocês cuidaram de mim; estive preso, e vocês me visitaram.

Então os justos lhe responderão: Senhor, quando te vimos com fome e te demos de comer, ou com sede e te demos de beber? Quando te vimos como estrangeiro e te acolhemos, ou necessitado de roupas e te vestimos? Quando te vimos enfermo ou preso e fomos te visitar?

O Rei responderá: Digo a verdade: O que vocês fizeram a algum dos meus menores irmãos, a mim o fizeram."

         Depois de haver recitado o texto de Mateus 25:34-40, olhou a congregação e lhes contou tudo o que havia experimentado naquela manhã. Muitos começaram a chorar, muitas cabeças se inclinaram pela vergonha. O pastor disse então:

         —Hoje vejo uma reunião de pessoas, não a Igreja de Jesus Cristo. O mundo tem pessoas suficientes, mas não suficientes discípulos. Quando vocês se tornarão discípulos?

 

Ser cristão é mais que algo que você defende.

É algo que vivemos e compartilhamos com outras pessoas.

Retirado do BOLETIM INFORMATIVO “PÃO NOSSO”

 

Associação Espírita “André Luiz” – ASEAL – de Agudos (SP)



Escrito por Antonio de Mello às 08h39
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PALESTRA "NOVOS TEMPOS" realizada no CENTRO ESPÍRITA A CAMINHO DA LUZ, Araraquara - SP, em 03.09.2013.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 




Escrito por Antonio de Mello às 08h34
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palestra NOVOS TEMPOS  - Casa dos Espíritas, em Lins SP, dia 1 de setembro de 2013.

 

 



Escrito por Antonio de Mello às 10h18
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palestra NOVOS TEMPOS  - Casa dos Espíritas, em Lins SP, dia 1 de setembro de 2013.

 

 

 

 

 

 

 



Escrito por Antonio de Mello às 10h17
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palestra FÉ, MEDICINA E ESPIRITUALIDADE  - Centro Espírita Jesus, Maria e José, na sexta-feira, dia 30/9/2013.

 




Escrito por Antonio de Mello às 10h56
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EVANGELIZAÇÃO - por Richard Simonetti

A jovem reclama atribulada:

– Chico, estou com Espírito mau encostado. Por caridade, tire ele de mim! E o médium:

– Uai, gente! Para que tirar Espírito?! Vamos nos evangelizar todos juntos, encarnados e desencarnados!

Episódio simples, trazendo em seu bojo o bom-humor temperado de sabedoria que caracterizava o médium de Uberaba. Há aqui material para interessantes reflexões. A primeira diz respeito ao chamado encosto.

Segundo informações da espiritualidade, a população de Espíritos desencarnados é superior à dos encarnados. Perto de seis bilhões e quatrocentos milhões, aqui. Perto de dezenove bilhões, além.

Embora o Plano Espiritual, a morada dos Espíritos, desdobre-se em vários planos, considerável parcela dos desencarnados concentra-se na crosta terrestre, presos aos interesses, paixões e vícios que aqui cultivaram.

Situam-se como balões que não conseguem subir por trazerem em seu bojo lastros pesados. Acabam envolvendo-se com os homens, atendendo a motivações variadas.

Geralmente a visão que temos de sua influência é extremamente negativa, condicionada por velhas fantasias sobre seres demoníacos que perseguem os homens. Popularmente, consagrou-se da ideia do encosto, um ser invisível que nos persegue, perturba e oprime.

Em círculos religiosos pentecostais e carismáticos, no seio das religiões tradicionais, o encosto é repelido e afastado com rituais de exorcismo, aplicados com veemência, encaminhando-os às supostas origens, nas profundezas do inferno.

Infelizmente, há muita ignorância em relação ao assunto, a partir da própria expressão.

O Espírito não encosta na vítima. Apenas estabelece sintonia com ela, imprimindo algo de suas perplexidades, dúvidas e males que o atormentam.

Tratá-lo como um inimigo cruel, que deve ser afastado a todo custo, é no mínimo falta de caridade. Ele precisa, e muito, não de exorcismo, mas de ajuda e orientação, a fim de que supere suas dificuldades e adquira condições para ser atendido por mentores espirituais.

Então, não se trata de expulsar o adversário, mas de ajudar o irmão, um filho de Deus como nós outros.

E o Senhor há de apreciar, como o faria qualquer pai da Terra, nossa boa vontade.

O leitor naturalmente estará evocando a figura do perseguidor, o Espírito que maltrata suas vítimas, por vingança ou insólito prazer.

         E argumentará:

– Esse ser maléfico deve ser execrado e afastado com todos os recursos de que possamos dispor, a fim de que deixe de perturbar as pessoas.

         Aqui entra a orientação sábia de Chico: Evangelho nele!

         E como evangelizar o Espírito, convencendo-o de que labora em engano, que deve modificar suas disposições?

 É simples: Evangelho em nós!

         Como sabemos, meu caro leitor, a didática do Evangelho é o exemplo. Ensinar praticando.

Mesmo quando estejamos às voltas com obsessores vingativos a nos perseguirem, se nos empenharmos em vivenciar as lições de Jesus; se não nos deixarmos dominar por sentimentos negativos; se exercitamos todo bem ao nosso alcance, estaremos elevando nosso padrão vibratório, com o que nos libertaremos, automaticamente, de sua influência.

Melhor que isso: acabaremos por modificar suas próprias disposições.

 

O Evangelho é irresistível. Por mais empedernido seja um obsessor, não conseguirá agredir por muito tempo alguém que responde às suas agressões com um comportamento cristão.



Escrito por Antonio de Mello às 08h14
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